EMPREGADA DOMÉSTICA EM POSIÇÃO-SUJEITO VÍTIMA DE VIOLÊNCIA EM AMBIENTE DE TRABALHO DOMÉSTICO E EFEITOS-SENTIDOS NA DISCURSIVIZAÇÃO DE INQUÉRITOS POLICIAIS E PROCESSOS TRABALHISTAS CONTRA O EMPREGADOR

Autores

DOI:

https://doi.org/10.54221/rdtdppglinuesb.2020.v8i1.201

Palavras-chave:

Empregada doméstica, Processos Trabalhistas, Inquéritos Policiais, Análise de Discurso, Posição-sujeito

Resumo

Neste trabalho, apresentamos resultados de pesquisa desenvolvida no Laboratório de Pesquisas em Análise de Discurso (LAPADis), da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, sobre a empregada doméstica em posição-sujeito vítima de violência em ambiente doméstico e efeitos-sentido na discursivização de inquéritos policiais e processos trabalhistas contra o empregador. Teve como objetivo analisar a discursivização das agressões físicas, sexuais, psicológicas, morais e patrimoniais do empregador (a) contra empregada doméstica, no âmbito trabalhista e a discursivização da violência física, sexual, psicológica, moral e patrimonial contra a mulher empregada doméstica, no âmbito criminal especial da Lei Maria da Penha. O corpus foi constituído de seis processos trabalhistas e três inquéritos policiais, extraídos, respectivamente, da Justiça do Trabalho e da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam), todos em tramitação na Comarca de Vitória da Conquista, Bahia, no período de 2014 a 2018. Para a análise, foram mobilizados conceitos do quadro teórico da Escola Francesa de Análise de Discurso. As análises indicaram que, nos processos trabalhistas, as empregadas domésticas ocupam a posição-sujeito vítima de agressões físicas, psicológicas, morais e patrimoniais e, nos inquéritos policiais, as domésticas ocupam a posição-sujeito vítima de violência sexual. Os resultados mostram que, tendo o jurídico como espaço discursivo não logicamente estabilizado, as agressões descritas no discurso trabalhista configuram crimes descritos, tanto no Código Penal Brasileiro, quando se tratar de qualquer vítima, quanto na Lei Maria da Penha, quando a vítima for mulher, no âmbito da unidade doméstica.

Métricas

Carregando Métricas ...

Referências

AUTHIER–REVUZ, J. Entre a transparência e a opacidade um estudo enunciativo do sentido. Tradução de Leci Borges Barbisan e Valdir do Nascimento Flores. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2004.

AMORIM, M. A.; FONSECA-SILVA, M. C. Posição-sujeito utópico imbricada com efeitos-sentido de utopia (Subject position utopian imbricated with effects sense of utopia). Estudos da Língua(gem), [S.l.], v. 13, n. 2, p. 159-180, dez. 2015. ISSN 1982-0534. doi: https://doi.org/10.22481/el.v13i2.1306. Disponível em: http://periodicos2.uesb.br/index.php/estudosdalinguagem/article/view/1306. Acesso em: 15 mar. 2019.

BITTENCOURT, C. R. Tratado de Direito Penal, 4: parte especial: dos crimes contra a dignidade sexual até dos crimes contra a fé pública. Saraiva: São Paulo, 2012, p. 88- 89.

BRASIL, Decreto-Lei nº 5.452, DE 1º de maio de 1943. Consolidação das Leis Trabalhistas. Brasília, Mai, 1943.

BRASIL. [Constituição (1988)]. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília, DF: Presidência da República, [2019]. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/ConstituicaoCompilado.htm. Acesso em: 1 jan. 2020.

BRASIL. [Decreto –lei 3.689 de 3 de outubro de 1941]. Código de Processo Penal. Rio de Janeiro, RJ: Presidência da República, [2018]. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del3689.htm. Acesso em: 12 mar.2019.

BRASIL. [Lei de 16 de dezembro de 1830]. Código Criminal do Império. Rio de Janeiro, RJ: Presidência da República, [2018]. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/LIM/LIM-16-12-1830.htm. Acesso em: 08 out. 2019.

BRASIL. [Decreto nº 847 de 11 de outubro de 1890]. Código Penal. Rio de Janeiro, RJ: Presidência da República, [2018]. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/1851-1899/D847.htm. Acesso em: 12 out. 2019.

BRASIL. [Decreto-lei nº 2848 de 7 de dezembro de 1940]. Código Penal. Brasília, DF: Presidência da República, [2018]. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-lei/Del2848compilado.htm. Acesso em: 14 mar.2019.

BRASIL. [Emenda Constitucional nº 72, de 02 de abril de 2013]. Emenda das Empregadas Domésticas. Brasília, DF: Presidência da República, [2018]. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Emendas/Emc/emc72.htm. Acesso em: 02 fev. 2019.

BRASIL. [Lei Complementar nº 150, de 1º de junho de 2015]. Lei das Empregadas Domésticas. Brasília, DF: Presidência da República, [2018]. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/LCP/Lcp150.htm. Acesso em: 04 fev. 2019.

BRASIL. [Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002]. Código Civil. Brasília, DF: Presidência da República, [2018]. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/L10406compilada.htm. Acesso em: 02 abr. 2019.

BRASIL. [Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006]. Lei Maria da Penha. Brasília, DF: Presidência da República, [2018]. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11340.htm. Acesso em: 01 fev. 2019.

BRASIL. Lei nº 5.859 de 11 de dezembro de 1972. Regulamento Profissão Doméstica. Brasília, DF: Presidência da República, [2018]. Disponível em: https://presrepublica.jusbrasil.com.br/legislacao/105320/lei-do-empregado-domestico-lei-5859-72. Acesso em: 01 fev. 2019.

BRASIL. Superior Tribunal do Trabalho. RR – 107100-88.2009.5.15.0008, Relator Ministro: Augusto César Leite de Carvalho, Data de Publicação: DJe 05/05/2017). Disponível em: http://aplicacao5.tst.jus.br. Acesso em: 19 Out 2019.

BRITES, J.; PICANÇO, F. O emprego doméstico no Brasil em números, tensões e contradições: alguns achados de pesquisas. Revista Latino-americana de Estudos do Trabalho, Ano 19, nº 31, 2014.

CARMO, N. O. Memória e violência contra a mulher: casos de denunciação caluniosa. Orientadora: Maria da Conceição Fonseca-Silva. 2017, 72 f. Dissertação de Mestrado em Memória. Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Vitória da Conquista, 2017. Disponível em: http://www2.uesb.br/ppg/ppgmls/wp-content/uploads/2018/03/Dissertação-Natanael-Oliveira-do-Carmos.pdf. Acesso em: 30 maio 2019.

CONFERÊNCIA MUNDIAL SOBRE DIREITOS HUMANOS. Declaração e programa de ação em Viena. Viena 1993. Disponível em https://www.oas.org/dil/port/1993%20Declara%C3%A7%C3%A3o%20e%20Programa%20de%20Ac%C3%A7%C3%A3o%20adoptado%20pela%20Confer%C3%AAncia%20Mundial%20de%20Viena%20sobre%20Direitos%20Humanos%20em%20junho%20de%201993.pdf. Acesso em 19 Out 2019.

CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA. Dados atualizados de unidades especializadas em violência doméstica. CNJ 2019. Disponível em: https://www.cnj.jus.br/painel-disponibiliza-dados-atualizados-de-unidades-em-violencia-domestica-2/. Acesso em: 22 Out 2019.

DELGADO, M. G.; DELGADO, G. N. O novo manual do trabalho doméstico. São Paulo, LTr, 2016.

DIAS, M. B. A lei Maria da Penha na Justiça: A Efetividade da Lei 11.340/06 de Combate à Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2006.

FEGHALI, J. Violência contra mulher: um ponto final. Saúde em Debate, 2007, Rio de Janeiro, p. 87-96. Disponível em: https://www.redalyc.org/pdf/4063/406345310009.pdf. Acesso em: 22 out 2019.

FERNANDES, G. A. Memória e eficácia social da Lei Maria da Penha no Município de Vitória da Conquista-Bahia. Orientadora: Maria da Conceição Fonseca-Silva. 2017, 234 f. Tese (Doutorado em Memória). Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia. Vitória da Conquista, 2017a. Disponível em: http://www2.uesb.br/ppg/ppgmls/wp-content/uploads/2018/03/Tese-Gabriela-Andrade-Fernandes.pdf. Acesso em: 23 jul 2019

FERNANDES, G. A.; FONSECA-SILVA, M. C. Memória e eficácia jurídica da lei Maria da Penha: algumas questões. In: IX Seminário de Pesquisa em Estudos Linguísticos, 2017, Vitória da Conquista. IX Seminário de Pesquisa em Estudos Linguísticos. Vitória da Conquista: Editora Uesb, 2017b. v. 9. p. 523-527.

FERNANDES, G. A.; FONSECA-SILVA, M. C. A violência doméstica e a ordem do discurso nas práticas processuais em Vitória da Conquista. In: XII Colóquio Nacional e V Colóquio Internacional do Museu Pedagógico, 2017, Vitória da Conquista. XII Colóquio Nacional e V Colóquio Internacional do Museu Pedagógico. Vitória da Conquista: MP, 2017. v. 12. p. 826-830.

FERNANDES, G. A.; FONSECA-SILVA, M. C. A (in)efetividade da Lei Maria da Penha: uma violação aos direitos humanos das mulheres. In: Flávio Romero Guimarães; Paulla Christianne da Costa Newton; Ricardo dos Santos Bezerra. (org.). Direitos Humanos: desafios e perspectivas no mundo contemporâneo. 1ed.Campina Grande: Realize Editora, 2018. p. 847-854.

FERNANDES, G. A.; FONSECA-SILVA, M. C. Judicial pluralism and violence against women: case study. INTERNATIONAL JOURNAL OF DEVELOPMENT RESEARCH, v. 9, 2, p. 25800-25802, 2019. Available at: https://www.journalijdr.com/sites/default/files/issue-pdf/15293.pdf. Date accessed: 12 mar. 2019a.

FERNANDES, G. A.; FONSECA-SILVA, M. C. Pluralismo jurídico e a violência contra a mulher. In: I Congresso Internacional de Direitos Humanos do Centro Sul da Bahia, 2019, Vitória da Conquista. Anais I Congresso Internacional de Direitos Humanos do Centro Sul da Bahia: neoconstitucionalismo e efetivação de Direitos Humanos na contemporaneidade, 201b. v. 1. p. 350-355.

FERREIRA, H. D. B. Assédio Moral nas Relações de Trabalho. Campinas, Russell Editores, 2004.

FONSECA-SILVA, M. C. Materialidades Discursivas: A fronteira ausente (Matérialités Discursives: La frontiere absente). Estudos da Língua(gem), [S.l.], v. 1, n. 1, p. 91-97, jun. 2005. ISSN 1982-0534. doi: https://doi.org/10.22481/el.v1i1.982. Disponível em: http://periodicos2.uesb.br/index.php/estudosdalinguagem/article/view/982. Acesso em: 15 mar. 2019.

FONSECA-SILVA, M. C. Poder-saber-ética nos discursos do cuidado de si e da sexualidade. Vitória da Conquista: Edições UESB, 2007.

FONSECA-SILVA, M. C.; SILVA, N. N. O. Discurso jurídico y el surgimiento de la Ley Maria da Penha: efecto de la dilación y la negligencia del sistema jurídico penal brasileño. In: RADL-PHILIPP, R. M.; FONSECA-SILVA, M. (org.). Violencia contra las mujeres: perspectivas transculturales. 1ed.Santiago de Compostela: Universidade de Santiago de Compostela; Servizo de Publicacións e Intercambios, 2014. p. 113-129.

GAGLIANO, P. S.; PAMPLONA FILHO, R. Novo curso de direito civil: responsabilidade civil. Saraiva. Rio de Janeiro, 2017.

GRIGOLETTO, E. Do lugar social ao discursivo: o imbricamento de diferentes posições sujeito. In: Seminário de Estudos em Análise do Discurso UFRGS, 2005, Porto Alegre. Anais eletrônicos...Porto Alegre: UFRGS, 2005, p. 154-164. Disponível em: www.ufrgs.br/analisedodiscurso/anaisdosead/.../EvandraGrigoletto.pdf. Acesso em: 12 out. 2019.

HIRIGOYEN, M. F. Assédio Moral A violência perversa no Cotidiano. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2008.

HUNT, L. A invenção dos direitos humanos; unia história / Lynn Hunt; tradução Rosaura Eichenberg. — São Paulo: Companhia das Letras, 2009.

MACEDO, N.; SANTOS, J. V.; OLIVEIRA, Q. T. C. O trabalho doméstico e a memória da escravidão em processos judiciais: uma análise enunciativa. 2019. In: XIII Colóquio Nacional e VI Colóquio internacional do museu pedagógico. Vitória da Conquista, 2019.

MACEDO, N.; FONSECA-SILVA, M. C.; SANTOS, J. V. Configuração discursiva e efeito de memória de crime de assédio sexual em depoimento de vítima do delito. In: 10ª Seminário de Pesquisa em Estudos Linguísticos –SPEL. Vitória da Conquista, 2019.

MARQUES, F.; ABUD, C. J. Direito do Trabalho. São Paulo: Atlas, 2010.

MATTHEWS-GRIECO, S. F. Corpo e sexualidade na Europa do antigo regime. In: CORBIN, A.; COURTINE, J-J; VIGARRELO, G. (org.). História do corpo: da renascença às luzes. Tradução de Lúcia M. E. Orth. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008.

SILVA, N. N. O. Códigos Penais Brasileiros como acontecimentos discursivos e efeitos-sentido dos títulos que tratam de crimes sexuais. Orientadora: Maria da Conceição Fonseca-Silva. Dissertação (mestrado em Linguística). Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Vitória da Conquista, 2013.

ORGANIZACIÓN MUNDIAL DE LA SALUD (Genebra) (org.). Serie Protección de la Salud de los Trabajadores. No. 4: Sensibilizando sobre el Acoso psicológico em el trabajo. 2004. Disponível em: https://www.who.int/occupational_health/publications. Acesso em: 19 out. 2019.

ORLANDI, E. P. Michel Pêcheux e a Análise de Discurso (Michel Pêcheux et l’Analyse de Discours). Estudos da Língua(gem), [S.l.], v. 1, n. 1, p. 9-13, jun. 2005. ISSN 1982-0534. Disponível em: http://periodicos2.uesb.br/index.php/estudosdalinguagem/article/view/973. Acesso em: 08 nov. 2019. doi: https://doi.org/10.22481/el.v1i1.973.

ORLANDI, E. P. Análise do Discurso. Princípios e Procedimentos. 7. ed. Campinas: Pontes, 2007.

OSTROWSKI, L. Q. O assédio moral laboral em face à responsabilidade civil do empregador. Monografia apresentada ao curso de Direito. Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, 2017.

PÊCHEUX, M. A Análise do Discurso: três épocas. Tradução de Jonas de A. Romualdo In: GADET, F e HAK, T (Org). Por uma análise automática do discurso: uma introdução a obra de Pêcheux. Campinas: Editora da UNICAMP, 2014. Edição original: 1983a.

PÈCHEUX, M. O discurso: estrutura ou acontecimento? Tradução de Eni P. Orlandi. São Paulo: Pontes, 2006. Edição original: 1983b.

PÊCHEUX, M. Papel da Memória. In: PÊCHEUX, Michel. Papel da Memória. Campinas: Pontes,1999, p.49-56. Edição Original: 1983c.

PIMENTEL, S. Convenção sobre a eliminação de todas as formas de discriminação contra mulher: apresentação. Disponível em: http://www.onumulheres.org.br/wp-content/uploads/2013/03/convencao_cedaw.pdf. Acesso em: 19 out 2019.

SAMPIERI, R. H.; COLLADO, C. F.; LUCIO, P. B. Metodología de la Investigacíon. 2º ed. Buenos Aires: McGraw-Hill, 1998.

SANTOS, J. D. F. Las dimensiones de la violencia contra jóvenes trabajadoras en el ámbito doméstico. In: Rita Maria Radl Philipp; Maria da Conceição da Conceição Fonseca-Silva. (org.). Violencia contra muyer. Perspectivas transculturales. 1ed.Santiago de Compostela: Editora Académica, 2014, v. p. 25-39.

SCHERER, A. E.; TASCHETTO, T. R. O Papel da Memória ou a Memória do Papel de Pêcheux para os Estudos Lingüístico-Discursivos (Le Rôle de la Mémoire ou la Mémoire du Rôle de Pêcheux pour les Études Linguistique-Discursives). Estudos da Língua(gem), [S.l.], v. 1, n. 1, p. 119-123, jun. 2005. ISSN 1982-0534. DOI: https://doi.org/10.22481/el.v1i1.985. Disponível em: http://periodicos2.uesb.br/index.php/estudosdalinguagem/article/view/985. Acesso em: 1 dez. 2018.

SENADO FEDERAL. Comitê permanente pela promoção da igualdade de gênero e raça: assédio moral e sexual no trabalho. Brasília 2017. Disponível em: https://www12.senado.leg.br/institucional/procuradoria/proc-publicacoes/cartilha-assedio-moral-e-sexual-no-trabalho. Acesso em 23 Out 2019.

SILVA, N. N. O.; FONSECA-SILVA, M. C. Deslizamientos en los sentidos de víctima y autor de delito sexual en los títulos de los Códigos Penales brasileños que se ocupam de los delitos sexualesy efectos de sentido. In: RADL-PHILIPP, R. M.; FONSECA-SILVA, M. (org.). Violencia contra las mujeres: perspectivas transculturales. 1ed.Santiago de Compostela: Universidade de Santiago de Compostela; Servizo de Publicacións e Intercambios, 2014. p. 131-150.

SULEIMAN, S. Lei Maria da Penha e a empregada doméstica. Jus 2018. Disponível em: https://jus.com.br/artigos/65081/lei-maria-da-penha-e-a-empregada-dometica. Acesso em: 20 out 2019.

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO DISTRITO FEDERAL-TJDF. Estupro contra empregada doméstica- incidência da Lei Maria da Penha. 22 de fevereiro de 2017. Disponível em: https://www.tjdft.jus.br/consultas/jurisprudencia/informativos/2017. Acesso em 22 out de 2019.

VALENTE, R. Direito Civil Facilitado. Método: Rio de Janeiro, 2017, p.286.

WYZYKOWSKI, A.; GOES BARROS, R. C.L.; PAMPLONA FILHO, R. Assédio Moral Laboral e Direitos Fundamentais. São Paulo: LTR, 2014.

ZOPPI-FONTANA, M. Mulheres em Discurso: Identificações de gênero e práticas de resistência. Pontes: Campinas, 2017, p.123-159.

Downloads

Publicado

30-12-2020