A INSTÂNCIA DISCURSIVA “EU” NAS NARRATIVAS DO SUJEITO LP

Autores

DOI:

https://doi.org/10.54221/rdtdppglinuesb.2019.v7i1.165

Palavras-chave:

Neurolinguística Enunciativo-discursiva, Narratividade, Enunciação, Subjetividade

Resumo

Esta dissertação baseia-se em dados de acompanhamento longitudinal com o sujeito LP, sexo feminino, 74 anos, com diagnóstico clínico de doença de Alzheimer. O objetivo é analisar, do ponto de vista da Neurolinguística Enunciativo-discursiva, os processos de reconstituição da instância discursiva “eu” através de narrativas da história de vida. Para tanto, partimos do seguinte questionamento: quais os processos de que o sujeito LP lança mão por meio de narrativas da sua história de vida e resgastes de memórias que possibilitam a reconstituição da self-narrativa? A hipótese que orienta este estudo defende que a narrativa constitui uma das estratégias utilizadas em contextos de interação verbal com o objetivo de resistir e preservar sua imagem social no processo de demência. Conforme Benveniste (1966), através da linguagem o homem se constitui como sujeito, estando ela de tal forma organizada que permite a cada locutor apropriar-se de índices específicos produzidos na e pela enunciação que servem como subsídios para revelar a subjetividade na linguagem. As discussões neste trabalho, além de se sustentarem nos estudos de Émile Benveniste (1966, 1976), no campo da enunciação e da subjetividade, respaldam-se principalmente em Maria Irma Hadler Coudry (1983, 1988, 1990, 2001), Rosana do Carmo Novaes Pinto e Hudson Marcel Bracher Beilke (2007, 2008, 2009, 2010), Ivone Panhoca (2013), Rosana Landi (2009), dentre outros trabalhos na área da Neurolinguística Enunciativo-discursiva que fundamentaram as bases desta dissertação. Na abordagem metodológica, trabalha-se com um acompanhamento longitudinal do sujeito LP. Os encontros aconteceram no Laboratório de Pesquisa e Estudos em Neurolinguística, do Programa de Pós-graduação em Linguística da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, sendo pautados em uma perspectiva enunciativo-discursiva da narratividade de histórias de vida e resgates de memórias. Os resultados evidenciam os processos que perpassam a relação de LP enquanto sujeito, constituído na e pela linguagem, com a doença. À medida que a idosa narra suas histórias de vida, institui o presente formal através do presente inerente a enunciação, que se renova a cada produção de discurso, configurando-se como um importante meio para compreensão das dimensões subjetivas do que foi narrado como algo vivido pelo sujeito.

Métricas

Carregando Métricas ...

Referências

ACHENBAUM, W. A. Crossing frontiers. Gerontology emerges as a science. Cambridge. Cambridge: University Press, 1995.

AMERICAN PSYCHIATNC ASSOCIATION. Manual diagnóstico e estatístico de transtorno DSM-5. Tradução Maria Inês Corrêa Nascimento ... et al.; revisão técnica: Aristides Volpato Cordioli... [et al.]. Porto Alegre: Artmed, 2014.

AMORIM, M. O pesquisador e o seu outro: Bakhtin nas ciências humanas. São Paulo: Musa, 2001.

AVILA, R; MIOTTO, E. Funções executivas no envelhecimento normal e na doença de Alzheimer. Jornal Brasileiro de Psiquiatria, v.52, p.53 - 62, 2003.

BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 1997.

BAKHTIN, M. Marxismo e filosofia da linguagem: problemas fundamentais do método sociológico na ciência da linguagem. 7. ed. São Paulo: Hucitec, 1995.

BATISTA, G. F; NOVAES-PINTO, R. C; BEILKE, H. M. B. Aspectos pragmáticos na linguagem de um sujeito com diagnóstico de demência de Alzheimer. Língua, Literatura e Ensino, maio/2009 – vol. IV.

BEILKE, H. M. B. Linguagem e Memória na Demência de Alzheimer- Contribuições da Neurolinguística para a Avaliação da Linguagem. 2009.136f. Dissertação (Mestrado) – Instituto de Estudos da Linguagem, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2009.

BEILKE, H.M.B.; NOVAES-PINTO, R.C. On the relation Language-Memory:considerations based on the linguistic analysis of data of patients with the diagnosis of Alzheimer´s Dementia. In: II Composium Internacional da IALP (International Association of Logopedics and Phoniatrics). Anais do II Composium Internacional da IALP. SP. 2007.

BEILKE, H.M.B.; NOVAES-PINTO, R.C. A narrativa na demência de Alzheimer: reorganização da linguagem e das “memórias” por meio de práticas dialógicas. Estudos Linguísticos, São Paulo, v. 39, n. 2. p. 557-567, 2010.

BENVENISTE, É. Problemas de Linguística Geral I: Tradução de Maria da Glória Novak e Maria Luiza Neri; revisão do Prof. Isaac Nicolau Salum – 4ªed. – Campinas, SP: Pontes, 1995 (Ed. or. 1966).

BENVENISTE, É. Problemas de Linguística Geral II. Tradução Eduardo Guimarães et al; revisão técnica da tradução Eduardo Guimarães. – Campinas, SP: Pontes, 1989 (Ed. or. 1976).

BOFF, M. S; SEKYIA, F. S; BOTTINO, C. M. C. Prevalence of dementia among brazilian population: systematic review. Rev Med (São Paulo). 2015 jul. set..; 94(3):154-61.

BOSI, E. Memória e sociedade – lembranças de velhos. São Paulo: Companhia das Letras, 1994. 484p.

BURLÁ, C. et al. Envelhecimento e doença de Alzheimer: reflexões sobre autonomia e o desafio do cuidado. Rev. bioét. (Impr.). 2014; 22 (1): 85-93.

CAMARANO, A. A. Envelhecimento da população brasileira: uma contribuição demográfica. In: FREITAS, E. V. et al. Tratado de Geriatria e Gerontologia. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. cap. 10.

CANGUILHEM, G. O normal e o patológico. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1995.

CARAMELLI, P. Avaliação clínica e complementar para o estabelecimento do diagnóstico de demência. In: FREITAS, E. V. et al. Tratado de Geriatria e Gerontologia. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. cap. 22.

CARVALHO, J. A. M; GARCIA, R. A. O envelhecimento da população brasileira: um enfoque demográfico. Cad Saúde Publica. 2003;19(3):725-33.

COUDRY, M. I .H. Diário de Narciso: discurso e afasia: análise discursiva de interlocuções com afásicos. 3ª Ed. São Paulo: Martins Fontes, 2001. 205 p (Ed. or. 1988).

COUDRY, M. I .H. Neurolinguística Discursiva: afasia como tradução. Estudos da Língua(gem), v. 6, n. 2. p. 7-36. dezembro de 2008.

COUDRY, M. I. H.; MORATO E. M. Alterações neurolingüísticas na Demência do tipo Alzheimer. Congresso Brasileiro de Psiquiatria Biologica, 1990.

COUDRY, M. I. H; POSSENTI, S. Avaliar discursos patológicos, in Cadernos de EstudosLinguísticos, 5, Campinas, IEL, UNICAMP, p. 99-109, 1983.

COURTINE, J. J. Analyse du discours politique: le discours communiste adressé aux chrétiens. Langages, Paris, n. 62, 1981.

CUNHA, M. I. Conta-me agora! – as narrativas como alternativas pedagógicas na pesquisa e no ensino. Rev. Fac. Educ., São Paulo, v. 23, n. 1-2, 1997.

DAMASCENO, B. P. Envelhecimento cerebral: o problema dos limites entre o normal e o patológico. Arq Neuropsiquiatr, 1999; 57(1):78-83.

FÁVERO, L. L.; KOCH, I. G. V. Linguística textual: introdução. São Paulo: Cortez, 7 ed., 2005.

FEDOSSE, E.; SILVA, E. B. da; SANTOS, F. C.; FIGUEIREDO, E. S. Grupo interdisciplinar de convivência: uma intervenção em saúde ancorada na neurolinguística discursiva (Interdisciplinary group of coexistence: an intervention in health based...). Estudos da Língua(gem), v. 17, n. 1, p. 23-36, 2019. DOI: https://doi.org/10.22481/el.v17i1.5296. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/index.php/estudosdalinguagem/article/view/5296. Acesso em: 28 abr. 2019.

FILHO, E. T. C; ALENCAR, Y. M. G. Teorias do envelhecimento. In: FILHO, E. T. C; PAPALÉO-NETTO, M. Geriatria: Fundamentos, clínica e terapêutica. São Paulo: Editora Atheneu, 2004. cap. 1.

FLORES, V. N; ENDRUWEIT, M. L. A noção de discurso na teoria enunciativa de Émile Benveniste. Revista MOARA n.38, p.196-208, jul./dez., 2012, Estudos Linguísticos.

FLORES, V; TEIXEIRA, M. Enunciação, dialogismo, intersubjetividade: um estudo sobre Bakhtin e Benveniste. Bakhtiniana: Revista de Estudos do Discurso, v. 1, p.143-164, 2009.

FONTANELLA, B. J. B; RICAS, J; TURATO, E. R. Amostragem por saturação em pesquisas qualitativas em saúde: contribuições teóricas. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, 24(1):17-27, jan, 2008.

FRANCHI, C. Linguagem – Atividade Constitutiva, in: Almanaque, 5. São Paulo: Brasiliense, 1977, p. 9-27.

FREIRE, F. M. P; COUDRY, M. I. H. Banco de Dados de Neurolinguística: ver, analisar, intervir, teorizar. In: 5º Congresso Ibero-Americano em Investigação Qualitativa, v. 3, Portugal, p. 367-376, 2016.

FRIDMAN, C et al. Alterações genéticas na doença de Alzheimer. Rev. Psiq. Clín. 31 (1);19-25, 2004.

IZQUIERDO, I. A et al. Memória: tipos e mecanismos – Achados recentes. Revista USP, São Paulo, n. 98, p. 9-16, junho/julho/agosto, 2013.

IZQUIERDO, I. A. Memória. Porto alegre: Artmed, 2002.

JACOB FILHO, W. Diagnóstico e tratamento. v. 2 , São Paulo: Ed. Manole, 2006.

JACOB FILHO, W; SOUZA, R. R. Anatomia e fisiologia do envelhecimento. In: FILHO, E. T. C; PAPALÉO-NETTO, M. Geriatria: Fundamentos, clínica e terapêutica. São Paulo: Editora Atheneu, 2004. cap. 3.

JAKOBSON, R. Dois aspectos da linguagem e dois tipos de afasia. In: Lingüística e comunicação. São Paulo: Cultrix, 1999 (Ed. or. 1969).

JUBRAN, C. C. A. S. O discurso como objeto de discurso em expressões nominais anafóricas. Cad Est Ling. 2003, Jan/Jun; 44:93-103.

JUNIOR, R. S; RAMOS, L. R; PAPALÉO-NETTO, M. Crescimento populacional: Aspectos demográficos e sociais. In: FILHO, E. T. C; PAPALÉO-NETTO, M. Geriatria: Fundamentos, clínica e terapêutica. São Paulo: Editora Atheneu, 2004. cap. 2.

KOCH, I. G. V. Como se constroem e reconstroem os objetos do discurso. Investigações. 2008; 21(2): 99-114.

KOCH, I. G. V. Introdução à Linguística Textual. 3ª ed. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2013.

KOCH, I. G. V. Introdução à Linguística Textual. São Paulo: Martins Fontes; 2004.

KOCH, I. G. V. Referenciação e orientação argumentativa. In: BENTES, A. C; KOCH, I. G. V; MORATO, E. M (orgs). Referenciação e discurso. São Paulo: Cortez; 2005. p. 33-52.

KOCH, I. G. V.; ELIAS, V. M. Ler e escrever: estratégias de produção textual. São Paulo: Contexto, 2ª Ed., 2010.

LABOV, W. Some further steps in narrative analysis. The Journal of Narrative and Life History. Special issue, Lawrence Erlbaum Associates, Mahwah, NJ, v.7, n. 14, p. 3-38, 1997.

LANDI, R. O sujeito e o efeito da própria fala na afasia e na demência. Revista Kairós Gerontologia, São Paulo, 12 (2), novembro 2009: 33-45.

LEVY, J. A; MENDONÇA, L. I. Envelhecimento cerebral. Demências. In: In: FILHO, E. T. C; PAPALÉO-NETTO, M. Geriatria: Fundamentos, clínica e terapêutica. São Paulo: Editora Atheneu, 2004. cap. 5.

LOPES, A. Desafios da gerontologia no Brasil. Campinas: Alínea, 2000.

LURIA, A. R. Fundamentos de Neuropsicologia. São Paulo: Editora da USP, 1981.

MACHADO, J. C. B. Doença de Alzheimer. In: FREITAS, E. V. et al. Tratado de Geriatria e Gerontologia. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. cap. 25.

MARCUSCHI, L. A. Apresentação. In: PRETI, D. A linguagem dos idosos. São Paulo: Contexto, 1991. p. 9-13.

MINAYO, M. C. S. Amostragem e saturação em pesquisa qualitativa: consensos e controvérsias. Revista Pesquisa Qualitativa. São Paulo (SP), v. 5, n. 7, p. 01-12, abril. 2017.

MINAYO, M. C. S. Desafio do Conhecimento. Pesquisa Qualitativa em Saúde. 9. ed. São Paulo: Hucitec, 2006.

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas: Doença de Alzheimer. Portaria SAS/MS, nº 1.298, de 21 de novembro de 2013.

MIRA, C; PIOVESAN, M. H. F. Estratégias referenciais em uma narrativa sobre o convívio com a Doença de Alzheimer. Filol. Linguíst. Port., São Paulo, v. 19, n. 2, p. 285-299, jul./dez. 2017.

MORATO, E.M. (2001). Neurolingüística. Introdução à Linguística – domínios e fronteiras (Mussalim, F. & Bentes, orgs.), A. C. São Paulo: Cortez.

NITRINI, R; CARAMELLI, P. Demências. In: NITRINI, R; BACHESCHI, L, A (eds). A neurologia que todo médico deve saber . 2 ed. São Paulo: Editora Atheneu, 2003. p. 323-334.

NOVAES-PINTO, R. C. Cérebro, linguagem e funcionamento cognitivo na perspectiva sócio-histórico-cultural: inferências a partir do estudo das afasias. Letras de Hoje, v. 47, n. 1, p. 55-64, 2012.

NOVAES-PINTO, R. C; BEILKE, H. M. B. Avaliação de linguagem na Demência de Alzheimer. Estudos da Língua(gem), v. 6, n. 2 p. 97-126, 2008.

NOVAES-PINTO, R. C; BEILKE, H. M. B. Aspectos pragmáticos na linguagem de um sujeito com diagnóstico de demência de Alzheimer. Língua, Literatura e Ensino, São Paulo, v. IV, p. 271-281, 2009.

OKUMA, S. S. O idoso e a atividade física. Campinas, São Paulo: Papirus, 1998.

ORTIZ, K. Z; BERTOLUCCI, P. H. F. Alterações de linguagem nas fases iniciais da doença de Alzheimer. Arq Neuropsiquiatria 2005; 63(2-A):311-317.

PANHOCA, I. Histórias de vida de pessoas com Doença de Alzheimer: Linguagem e presença de sujeito. Estudos Linguísticos, São Paulo, 42 (2): p. 878-888, maio-ago 2013.

PAPALÉO-NETTO, M. Gerontologia: a velhice e o envelhecimento em visão globalizada. São Paulo: Atheneu, 1996.

PAPALÉO-NETTO, M. O estudo da velhice: Histórico, definição do campo e termos básicos. In: FREITAS, E. V. et al. Tratado de Geriatria e Gerontologia. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. cap. 1.

PAPALÉO-NETTO, M; BRITO, F. C. Aspectos multidimensionais das urgências do idoso. In: PAPALÉO-NETTO, M; BRITO, F. C. (eds). Urgências em geriatria: epidemiologia, fisiopatologia, quadro clínico e controle terapêutico. São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte: Editora Atheneu, 2001, p. 23-34.

PINHEIRO, M. Aspectos históricos da evolução das ideias sobre localizacionismo cerebral da linguagem. Vita et Sanitas, Trindade-Go, n.06, jan-dez./2012.

POLKINGHORNE, D. E. Narrative Knowing and the human sciences. Albany, NY State University of New York Press, 1988. 232p.

SACKS, O. Um antropólogo em Marte: sete histórias paradoxais. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.

SADOCK, B. J; SADOCK, V. A. Desenvolvimento humano ao longo do ciclo vital. In: SADOCK, B. J; SADOCK, V. A. Compêndio de psiquiatria: ciência do comportamento e psiquiatria clínica. 9 ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. cap. 2.

SAMPAIO, N. F. S. Alguns aspectos relacionados ao funcionamento da linguagem no envelhecimento. Web revista discursividade. Edição nº 7 de dezembro de 2010.

SAMPAIO, N. F. S.; COTA, I. R.; SANTANA, L. T.; SOUZA, R. S. Questões teórico-metodológicas e de análise que ecoam do Diário de Narciso (Theoretical-methodological and analysis questions that ecoam from the Diary of Narciso). Estudos da Língua(gem), [S. l.], v. 16, n. 1, p. 53-70, 2018. DOI: https://doi.org/10.22481/el.v16i1.4878. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/index.php/estudosdalinguagem/article/view/4878. Acesso em: 3 nov. 2018.

SARTRE, J. P. A náusea. 1. ed. especial. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2006. 226p.

SMOLKA, A. L. B. A memória em questão: uma perspectiva histórico-cultural. Educação & Sociedade, ano XXI, nº 71, Julho/2000.

VERAS, R. P; RAMOS, R. L; KALACHE, A. Crescimento da população idosa no Brasil: transformações e consequências na sociedade. Rev. Saúde Públ., São Paulo 21: 225, 1987.

VERAS. R. Envelhecimento populacional contemporâneo: demandas, desafios e inovações. Rev Saúde Pública 2009;43(3):548-54.

WEISSHEIMER, J. Tempo e discurso. Revista Virtual de Estudos da Linguagem - ReVEL. V. 1, n. 1, agosto de 2003.

WERNER, K. C. G. A intersubjetividade antes da subjetividade na teoria da enunciação de Benveniste. Signótica, v. 18, n. 2, p. 397-411, jul./dez. 2006.

ZAGO, M. A. A pesquisa clínica no Brasil. Ciência & Saúde Coletiva 2004;9(2):363-74.

Downloads

Publicado

30-12-2019